Comprar um carro, moto, caminhão ou até mesmo máquinas agrícolas por meio de um financiamento é uma prática muito comum e até mesmo benéfica tanto para o cliente, que poderá pagar o valor diluído, quanto para o banco que possuí uma série de mecanismos dispostos pela própria legislação que garantem às instituições financeiras uma certa segurança em relação a possíveis prejuízos.

Contudo, muitas instituições acabam tirando proveito desta situação, de forma ilegal, e incluem inúmeras Taxas Irregulares e cobranças abusivas para aumentar os lucros às custas do cliente. Por isso, no artigo de hoje, apresentamos uma série de cobranças comuns feitas pelos bancos e vamos destrincha-las para você descobrir se são ou não irregulares.

Antes de começarmos, um indício de que possam existir Taxas Irregulares ou Juros Abusivos é preço das Parcelas do Veículo. Se estiverem muito altas, pode ser que existam cobranças indevidas em seu contrato. Descubra agora mesmo com uma simulação gratuita clicando aqui.

 

Taxa de Emissão de Boleto

A Taxa de Emissão de Boleto, ou (TEB como é conhecida), é uma tarifa cobrada pelo banco correspondente a emissão dos carnês, ou boletos, com as prestações do veículo. A cobrança dela é ilegal, portanto se ela estiver presente em seu contrato, você tanto pode, como deve, eliminá-la.

 

Taxa de Abertura de Cadastro

Essa talvez seja a cobrança mais comum em uma operação de financiamento de veículo. Ela até pode ser cobrada, porque ela é utilizada para pagar um serviço de pesquisa que o banco tem a respeito da situação do crédito do cliente. Contudo, se o cliente já tiver cadastro no banco, ela é considerada uma Taxa Irregular

 

IOF – Imposto de Operações Financeiras

Como o nome já diz, o IOF é um imposto e a cobrança dele é repassada do banco ao governo. Existem dois tipos de IOF, um deles é cobrado 3% ao ano e o outro é cobrado uma taxa mensal de 0,38% sobre o valor total do financiamento. Se a cobrança do IOF ultrapassar esses valores pré-estipulados, você pode solicitar a exclusão e restituição do que foi pago anteriormente.

 

SPF – Seguro de Proteção Financeira

Este cobrança, também conhecida como seguro prestamista, não é obrigatória. Entretanto, alguns bancos induzem o cliente a aceitar porque, caso ele não consiga pagar, as instituições têm o prejuízo amortizado.

Basicamente, o SPF funciona como um seguro para o cliente não ter o veículo apreendido caso ele não consiga pagar as parcelas em dia. No caso de No caso de perda de emprego, por exemplo, o seguro cobre algumas prestações, que devem ser devolvidas assim que o cliente se recolocar no mercado de trabalho.

 

Taxa de serviços de Terceiros

Essa é uma cobrança realizada pelo banco para, como o nome sugere, cobrir custos de terceiros. Porém, está taxa é estritamente ilegal, não podendo ser cobrada, em hipótese alguma, do cliente em uma operação de financiamento.

Lembrando que existem inúmeras cobranças, muitas vezes até fantasiosas, que os bancos incluem em contratos veiculares com o único intuito de se aproveitar da boa-fé do cliente e lucrar ainda mais nas operações de financiamento. Por isso, se você está pagando muito alto nas parcelas do seu veículo, mesmo tendo identificado que não há nenhuma das cobranças acima, ainda assim pode ser que você esteja pagando por Taxas Irregulares Juros Abusivos.

Por isso, recomendamos que você procure a ajuda de um especialista para identificar o que de fato está sendo cobrado em seu financiamento. Na American você encontra uma equipe formada por profissionais peritos em direito do consumidor que vão analisar minuciosamente o contrato do seu veículo para identificar e excluir todas as cobranças indevidas presentes.

Além disso, solicitaremos também a compensação do valor que foi pago de forma indevida nas parcelas anteriores em forma de desconto, para que você quite o financiamento pelo menor valor.

Portanto, não perca mais tempo! Clique aqui, faça uma simulação gratuita e DESCUBRA O REAL VALOR DO SEU VEÍCULO. Se preferir, você pode também conversar com um de nossos consultores pelo Whatsapp clicando aqui.

Por: Pedro Victor